sábado, 27 de março de 2010
Bom, eu penso mto nas coisas que vou dizer aqui.. hoje o que me pegou foi o nome do meu blog. Na verdade, não, eu não tenho vinculo nenhum com o Mada.Mas sem saber, o Mada tem um vínculo enorme comigo. Pq eu vejo no Mada, os meus problemas. Na minha cidade só funciona quando eu estou trabalhando. Logo, não posso frequentar as reuniões e nem tampouco dividir com ttas mulheres o que se passou e o que se passa comigo. Enfim, escrevo usando o nome Mada, mas na verdade, nada tenho de ligação com a instituição, ong, grupo de apoio, ou seja lá o nome que recebe. Tenho é mto a ver com a história de pessoas que amam demais. Sofri horrores.. e hoje me sinto melhor. Sem sofrimento? Nâo.. Mas mto mais fácil quando se aprende conviver com eles e aceitar a causa deles.. e admitir que quando há sofrimento não há amor. Não Há. Verdadeiramente. Sinto mto ter amado tto e recebido tão pouco.. mto. Fiz o que estava ao meu alcance. Mas sucumbi diante do "viver em paz". Não há amor que resista tta dor. Tta desconfiança, tto medo.. tensão.. horror. Não podemos nos enganar.. o melhor, é logo que percebemos que o principe encantado é um sapo feio, verde e gosmento, devemos dar o fora. Dificil?? Sim, sem dúvida. Até pq, o amor é cego, e custamos a acreditar que a pessoa que amamos, não vai nunca nos dar de volta metade do amor, da consideração, e diria até do entusiasmo que mulheres que amam demais dispensam. Ninguém muda ninguém. Ninguém. Não há amor que mude os homens agressivos, mentirosos, traidores. Não há. O que nos falta é coragem. Até pq, conforme a relação vai seguindo aos trancos e barrancos, perdemos a auto estima. O que é extremamente perigoso. Anulamos nossas vidas, traçamos novos objetivos em função do homem que amamos, e pode ter certeza.. um dia, o arrependimento vem. De ter permitido. De ter chegado ao fundo do poço. E uma coisa que digo com toda certeza: o caminho de volta é muito dificil, extremamente dolorido, e exige demais. Mto. COnflitos internos, razão x coração.. mas é possível. Palpável. Basta decidir dar amor a quem merece. Nós mesmas. Doi sim.. abrir mão do homem que por mto tempo acreditamos ser o amor de nossas vidas.. mas um dia, não digo que o meu já chegou, passa.. aguardo anciosamente por isso.. a emoção acabou.. assim.. simples.. é só decidir.
sexta-feira, 19 de março de 2010
A revoltaaa!!
Bom.. estou de volta.. fiquei tempos sem escrever, e acredito que era apenas um afastamento temporário, enquanto criava forças prá não continuar escrevendo a mesma coisa.. dor, sofrimento, saudade.. a verdade é uma só.. tudo isso ainda existe.. mas agora há controle.. não tanto quanto eu gostaria, mas acredito que comecei a enxergar a luz no fim do túnel. Apesar de tudo isso, não existe mais tormento. Nem esperança que um dia tudo vá se resolver e eu encontre a felicidade ao lado do amor de minha vida, que apesar de me trair, me bater, me machucar, é sim, o amor da minha vida.. a dificuldade que existia em aceitar o fim, parece que finalmente está sob controle, e mais aceitável.. mais palpável.. e o mais importante.. não doi tanto quanto doia.. pura e simplesmente pq resolvi pensar em mim.. na minha filha.. que veio no meio de tanta tortura..mas que veio prá me guiar.. a bb q um dia eu achei que fosse amolecer, ou mostrar ao pai dela o que é amor incondicional, na verdade, mostrou a mim o que é amor incondicional, verdadeiro e sincero.. que é justamente o que eu ofereci a ele, sem medo.. Por muito tempo eu me recusei a aceitar.. o prá sempre sempre acaba.. a gente querendo ou não, aceitando tudo o que acontece ou não.. acaba. E um dia, a gente tem que aprender a conviver com isso. E se eu disser que eu não penso nele todo dia, estaria mentindo. Penso. Sinto saudades.. tive bons momentos. Mas agora, me pego pensando no mal que fez, na dor que me causou. E finalmente, acho que basta. Quero ser um exemplo de mulher para o único bem que meu grande amor me deu. MInha filha. Quero ensiná-la a ser amada, e principalmente, RESPEITADA. Deveria sim ter exigido respeito desde o primeiro momento.. mas não fui capaz. Por medo. Medo de perdê-lo.. agora me pego pensando.. valeu a pena?? Tudo que fiz, ou tudo que deixei de fazer, valeu a pena?? E aí, depois de dez anos, me vejo dizendo que não.. Foi tudo em vão.. eu acredito que cai nas mãos de um ser impiedoso, quase psicopata, mas entrei no jogo dele.. esse é que é o perigo.. aceitar as regras que na verdade, a gente não concorda por medo de perder a pessoa que a gente ama. Isso não é verdadeiro. Anular-se pelo outro é viver uma grande mentira. Pq escondemos nossa essência e o que acreditamos ser prá agradar alguém que não dá o mínimo valor a nada que se faça. Perder a auto estima é o primeiro passo.. não podemos ter medo de exigir da pessoa que divide a vida com a gente o que acreditamos ser real. O que acreditamos ser honesto.. pq é nessa hora que acho que a gente se perde. Nossos valores tem de ser aceitos. E se não forem, é hora de virar a página e tentar seguir em frente por mais que doa. Por mais que seja dificil.. por mais que machuque. Pq ninguém é mais importante do que a gente mesma. Minha filha me ensinou a amar. A querer amar, e sentir amor mesmo que se lute contra isso. E hoje, eu creio que o que vale, é correr atrás da nossa essência. Do que a gente é. E quem nos ame que nos aceite. Ou não serve prá ser companheiro. Prá dividir problemas.. prá viver uma vida.. prá, com o perdão da palavra, dormir "bunda com bunda".. não basta só amar.. tem de haver vida própria. Respeito por isso, e respeito por quem se divide uma vida. Se não houver consideração, não há amor que resista.. Vamos em frente, que atrás vem gente.. EU NÃO ENXERGO MAIS O INFERNO QUE ME ATRAIU.. (Os cegos do castelo - Titãs)
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